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quinta-feira, 24 de abril de 2014

A História se Repete em Maior Dimensão

“6 Os filhos de Cão: Cuche, Mizraim, Pute e Canaã.
7 Os filhos de Cuche: Seba, Havilá, Sabtá, Raamá e Sabtecá; e os filhos de Raamá são Sebá e Dedã.
8 Cuche também gerou a Ninrode, o qual foi o primeiro a ser poderoso na terra.
9 Ele era poderoso caçador diante do Senhor; pelo que se diz: Como Ninrode, poderoso caçador diante do Senhor.
10 O princípio do seu reino foi Babel, Ereque, Acade e Calné, na terra de Sinar.
11 Desta mesma terra saiu ele para a Assíria e edificou Nínive, Reobote-Ir, Calá,
12 e Résem entre Nínive e Calá (esta é a grande cidade).

Além de Canaã, Cão, filho de Noé, gerou a Mizraim, Pute e Cuche. Este Cuche gerou além de outros filhos, a Ninrode, que foi o fundador da cidade de Nínive, capital da Assíria, e que havia principiado seu reino em Babel, a cidade onde Deus confundiu as línguas dos homens, agilizando e precipitando com isto, a formação das nações.
Diz-se de Ninrode que foi poderoso na terra, e observe que ele é filho de Cão, mas não na linhagem de Canaã, que foi amaldiçoado. Ele é filho de Cuche, outro dos quatro filhos de Cão.
Deste Ninrode se diz, que começou seu reino em Babel, Ereque, Acade e Calné, na terra de Sinar. Observe que são quatro cidades sobre as quais ele reinou no princípio.
Ele expandiu os termos do seu reinado partindo para a Assíria, onde edificou Nínive, Reobote-Ir, Calá, e Résem que foi uma grande cidade que ficava entre Nínive e Calá.
São citadas assim, oito cidades sobre as quais ele governou. Tendo iniciado, como vimos antes, o seu reinado entre aqueles que estavam em Babel, que tinham por propósito permanecer na região que teria o topo da torre que estavam edificando como referencial, para não se espalharem pela terra, e com isto estariam frustrando o plano de Deus de que toda a terra fosse habitada pelo homem.
Naquela ocasião, isto era facilitado pelo fato de todos falarem a mesma língua.
Se havia mais de uma língua na terra antes do dilúvio, a partir deste, é bem provável que a língua que passou a ser falada em toda a terra era a mesma que era falada pela família de Noé.
Era Ninrode, como vimos quem fundou Babel e governava sobre eles quando Deus, por ato miraculoso e extraordinário fez com que grupos e grupos falassem um idioma diferente, de modo que não podiam mais se comunicar mutuamente, e todos já não podiam mais entender e, por conseguinte acatar as ordens do governador.
É bem provável que tenha sido este, o motivo de Ninrode ter se dirigido para outras terras, para  fundar novos reinos com aqueles que passaram a falar o mesmo e novo idioma que ele começou a falar.
O desejo dos poderosos da humanidade de ter um governo único sobre todo o mundo é antigo, como podemos ver na tentativa de Ninrode de se estabelecer em Babel, e para este propósito começou a erigir uma torre elevadíssima, que servisse de ponto de referência para a sua grandeza e concentração das massas debaixo do seu poder.
Àquela época havia uma única língua falada em toda a Terra, o que facilitaria em muito o seu intento. Todavia Deus o frustrou com a confusão de línguas, que obrigou os grupos distintos de mesma língua a migrarem para outras terras, formando as nações, conforme o Seu propósito divino de impedir que toda a humanidade viesse a se corromper debaixo de uma única liderança, conforme sucedeu nos dias que antecederam o dilúvio, e que deu causa ao mesmo.
Hoje, está sendo propiciado pela tecnologia, um intercâmbio mundial como nunca visto antes, com a derrubada da barreira linguística pelos modernos meios de tradução automática e instantânea, permitindo, por exemplo, que líderes de todas as nações possam se comunicar nas reuniões promovidas pela ONU.

Todavia, este intercâmbio tem em vista corromper o governo de todas as nações, para a execução do plano maligno de condução do Anticristo ao poder. É daí que decorre, que quase tudo o que é feito presentemente no mundo, por aqueles que detêm o poder, não tem em vista beneficiar a população de cada nação, senão que sejam mantidos e aumentados o poder e o controle financeiro mundial, pelas grandes corporações e pelos grandes bancos.

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