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quinta-feira, 24 de abril de 2014

A Lógica do Pós Modernismo


Os pós-modernistas são geralmente desconfiados de formas racionais e lógicas. Eles não gostam especialmente, de discutir a verdade em termos claros.
Os pós-modernistas se sentem desconfortáveis com proposições por uma razão óbvia: eles não gostam da clareza e inflexibilidade, que são necessárias para lidar com a verdade. A proposição é a forma mais simples de qualquer reivindicação da verdade, e o ponto de partida fundamental do pós-modernismo é o seu desprezo por todas as reivindicações da verdade.
A "lógica confusa" de ideias contadas em forma de "estória" soa muito mais elástica, embora realmente não seja. Proposições são blocos de construção necessários para todos os meios de transmissão da verdade, incluindo estórias.
Mas, o ataque a expressões proposicionais da verdade é a consequência natural e necessária da desconfiança geral da lógica do pós-modernismo, desgosto pela certeza, e desprezo pela clareza.
Para manter a ambiguidade e flexibilidade da "verdade" necessária para a perspectiva pós-moderna, proposições claras e definitivas devem ser descartadas como um meio de expressar a verdade. Proposições nos forçam a encarar os fatos e os afirmam ou os negam, e esse tipo de clareza simplesmente não se ajusta a uma cultura pós-moderna.
A verdade simplesmente não pode sobreviver, se for despojada de conteúdo proposicional. Embora seja verdadeiro que crer na verdade envolve mais do que o parecer favorável do intelecto humano para certas proposições, é igualmente verdade que a fé autêntica nunca envolve nada menos do que isso. Rejeitar o conteúdo proposicional do evangelho significa perder a fé salvadora.

Texto de John MacArthur, traduzido e adaptado pelo Pr Silvio Dutra.

(Disto se conclui, que não se pode aprender a verdade evangélica sem uma aplicação disciplinada e investigativa do texto  bíblico, notadamente no que se refere à sua interpretação, bem como da compreensão da vida prática à luz do referido entendimento.
Dá para crescer no conhecimento da graça, da verdade, e de Cristo, conforme nos é ordenado (I Pedro 3.18), sem isto?
Dá para alcançar o referido propósito seguindo a forma de ser e de se pensar livre, rápido e rasteiro, que é segundo a corrente pós-moderna?
Se não se nadar contra a correnteza, no que se refere a isto, jamais seremos reais seguidores de Jesus Cristo, porque para amá-Lo é necessário conhecer e praticar os Seus mandamentos; e como se pode conseguir isto, quando fazemos apenas uma apreciação superficial da verdade bíblica, conforme é o costume geral da presente época? – nota do tradutor).

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