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quinta-feira, 24 de abril de 2014

O Grande Conflito Final

É no mínimo curioso se observar, que houve uma multiplicação de crenças em vários deuses no mundo antigo, apesar de ter sido ensinado por Adão e muitos de seus descendentes, que havia somente um Deus verdadeiro, criador dos céus e da Terra, cujo caráter santo, bom e perfeitamente justo lhes fora revelado.
Todavia, a natureza carnal (decaída no pecado) da humanidade sempre lhe conduzia ao paganismo, porque neste achava plena liberdade para dar livre acesso à prática da iniquidade, conforme a inclinação de seus corações.
Acrescente-se a esta tendência natural, a influência direta de Satanás, especialmente nos condutores das massas, lhes inspirando a dar-lhe culto de adoração pelas revelações malignas que lhes fazia, e, muitas delas sob a capa de lhes estar suprindo de sabedoria e poder para dirigir o povo sob sua direção.
Tudo isto conduziu primeiro ao dilúvio; depois à dispersão de Babel, operados por juízos de Deus com vistas a preservar a humanidade da corrupção total.
Não muito depois disto, do meio de um povo completamente idólatra, com um culto estruturado a falsos deuses, inclusive com um enorme Zigurate elevado em honra a eles, em Ur dos caldeus, Deus chamou a Abraão para sair do meio deles para que formasse, a partir do patriarca, um povo para que Se revelasse ao mundo.
O próprio Abraão foi instruído acerca do caráter do Senhor, que lhe deu mandamentos e estatutos para que fossem transmitidos aos seus descendentes (veja Gênesis 18).
Mas, o maior propósito de Deus em tudo isto era o de formar um povo santo, numeroso como as estrelas do céu, que seria contado em todas as nações da Terra, através da sua união com o Descendente de Abraão, segundo a carne, que seria dado como Salvador do mundo, Jesus Cristo, que não somente morreria para perdoar os pecados daqueles que O amassem, como também passaria a viver neles em espírito, para que fossem transformados e recebessem a nova vida celestial, uma nova natureza espiritual.
Quando este povo chegasse ao número designado por Deus, no fechamento desta dispensação da graça, que seria inaugurada com a morte e ressurreição de Jesus seria autorizado a Satanás, que concluísse seu plano conspiratório, em razão da multiplicação da iniquidade em todo o mundo, de lançar nação contra nação em guerras e revoluções destrutivas, que gerariam o caos final que possibilitaria a ascensão do governo déspota satânico mundial na pessoa do Anticristo.
Este ódio e ressentimento entre as nações vêm sendo trabalhado pelo diabo há muito tempo, especialmente pela recriação de religiões cujos princípios são contrários ao caráter do único Deus verdadeiro que nos deu a Bíblia, e pela corrupção do cristianismo, especialmente por lhe dar líderes apóstatas, tanto no meio católico romano e ortodoxo, quanto no protestante.
Valendo-se do ódio secular existente entre os árabes descendentes de Ismael, filho de Abraão, e os israelitas descendentes de Isaque, o filho de Abraão, através do qual Deus formou a nação através da qual traria Jesus ao mundo, Satanás produziu o Islã no século VI depois de Cristo, na Arábia, com o intuito de recrudescer este ódio, não somente por Israel, como também pelo cristianismo, uma vez que gerou um grande ressentimento entre as duas religiões, em razão da matança e pilhagem havida nas Cruzadas contra o Islã, e deste em todo o mundo pelo seu caráter expansionista, pela força da espada.
É isto que explica o desejo do Irã, da Síria, do Líbano, e de muitos outros países muçulmanos de destruir Israel e apagá-lo da face da Terra.
Vejam que nada disto tem a ver com Cristo e Seus mandamentos, especialmente os de amor ao próximo; inclusive aos inimigos, pela mudança de caráter dos seus seguidores para justo, santo, bom, manso, pacífico e humilde, em um coração puro, pelo poder do Espírito Santo que neles habita.  
O que teve Cristo a ver com os conflitos sangrentos entre católicos e protestantes na Irlanda?
Este ódio e ressentimento não foi obra de Cristo neles, mas de Satanás.
Quem inspirou líderes a criarem o comunismo para que houvesse sempre ódio e ressentimento entre os comunistas e os capitalistas?
Certamente não foi o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo.

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