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quarta-feira, 6 de agosto de 2014

O Grande Risco em Escolher uma Porta Errada

A salvação da alma, como tudo o mais em nossa vida, possui também a sua porta de entrada.
Esta porta é única, eterna e insubstituível.
Corremos, portanto um sério risco em nos dar por satisfeitos com alguma porta religiosa, filosófica, ou qualquer outra que tenhamos escolhido como porta para a nossa salvação; e no fim da nossa vida, quando esta for aberta, não nos conduzir para o céu, para o nirvana, ou para outras condições agradáveis em relação ao destino eterno do nosso espírito, uma vez que este tiver deixado o nosso corpo pela morte.
Ora, é bem patente que se fosse deixado por Deus, que por nossa própria escolha viéssemos a adotar o modo de vida ou pensamento que nos conduzirá ao céu, é bem certo que todos nós nos perderíamos, porque, afinal, Deus é espírito invisível, e Seus caminhos não são os nossos caminhos, nem os Seus pensamentos os nossos pensamentos.
Se no próprio mundo físico em que vivemos e apalpamos pelo tato, e vemos com nossos olhos, muitas coisas permanecem encobertas ao nosso conhecimento e entendimento, quanto mais isto não é verdadeiro de modo absoluto, quanto ao que se refere ao mundo espiritual, celestial e invisível.
Por isso, Deus, em Sua infinita bondade e misericórdia para conosco, não nos deixou sem a Sua ajuda e direção para nos levar à porta que se abre para o cominho da salvação, do céu, da vida eterna.
Ele não somente nos Deus o Senhor Jesus Cristo para morrer em nosso lugar, pagando o preço exigido pela Sua justiça quanto aos nossos pecados, como também nos atrai para Ele, revelando a Sua pessoa divina, para que pelo poder da Sua graça possa, não somente desvendar nossos olhos para o mundo espiritual verdadeiramente santo e celestial, como também operar a transformação de nossa vida, segundo o caráter e virtudes que foram por Ele descritas na Sua Palavra, que nos foi revelada para confirmar Seu propósito eterno relativo ao modo da nossa salvação.
Assim, as Escrituras não contêm apenas mandamentos de Deus, mas também descrevem as características que passam a existir na vida dos que são salvos, pela Sua graça mediante o arrependimento e fé em Jesus.       
Elas, portanto confirmam se estamos ou não entrando pela única porta e caminho que conduz à salvação, a saber, a pessoa do próprio Senhor Jesus Cristo, que passa a viver em nós em espírito.
É, sobretudo neste sentido que Jesus afirma, que não fomos nós que O escolhemos, mas Ele que nos escolheu. Não meramente num sentido eletivo, mas revelador, diretivo, instrutivo, operativo, porque se não fosse pelo Seu trabalho de nos trazer para a porta e caminho da salvação, jamais conheceríamos aquela vida espiritual, celestial e divina, que é comum a todos que dela têm participado pela fé nEle.
Então, não é pela escolha que faço de uma determinada filosofia de vida ou religião, que posso estar seguro de ir para o céu, ou de estar vivendo do modo que seja agradável a Deus.
Não nos foi dado por Deus escolher o modo de vida que me conduzirá à Sua presença, em espírito, pois este caminho já foi estabelecido por Ele desde antes da fundação do mundo, e não há outros caminhos que possam conduzir ao mesmo objetivo.
Posso orar, louvar, ler a Bíblia, ser caridoso, frequentar os cultos de uma igreja, e ainda assim estar fora do caminho, porque posso fazer tudo isto, sem ter tido um encontro pessoal com Cristo, e por conseguinte, não ter sido regenerado e santificado pelo Espírito Santo, que é quem testifica com o nosso espírito que fomos tornados filhos de Deus pela nossa comunhão com Jesus Cristo.    
João 15:16 Não fostes vós que me escolhestes a mim; pelo contrário, eu vos escolhi a vós outros e vos designei para que vades e deis fruto, e o vosso fruto permaneça; a fim de que tudo quanto pedirdes ao Pai em meu nome, ele vo-lo conceda.

João 15:19 Se vós fôsseis do mundo, o mundo amaria o que era seu; como, todavia, não sois do mundo, pelo contrário, dele vos escolhi, por isso, o mundo vos odeia.

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